O Sol é essencial para a produção e absorção da vitamina D pelo organismo. E a vitamina D, por sua vez, está envolvida na formação do cálcio, responsável pela estrutura dos ossos. Portanto, tomar Sol com freqüência é uma questão de saúde!
Mas atenção: para ajudar o organismo a produzir vitamina D, basta tomar de cinco a dez minutos de Sol, duas vezes por semana, evitando o período entre 10 e 16 horas.
O Sol em excesso pode causar queimaduras dolorosas e danos irreversíveis na pele, como fotoenvelhecimento e câncer de pele. Não adianta abusar do Sol durante a juventude e decidir cuidar-se melhor mais tarde. Os danos causados pela exposição solar excessiva na infância e adolescência poderão manifestar-se somente após vários anos. Queimaduras solares dolorosas na infância podem levar ao envelhecimento prematuro da pele e ao aparecimento de câncer cutâneo na idade adulta. Por isso é muito importante proteger a pele desde a infância.
O câncer de pele é bastante encontrado em países tropicais, como o Brasil, e os raios solares em horários inadequados podem trazer um risco maior de câncer, especialmente o mais temível deles, o melanoma. O melanoma é relativamente raro, mas é o mais perigoso entre os tipos de câncer de pele.
O melanoma cutâneo é um tipo de câncer que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos. Embora só represente 4% dos tipos de câncer de pele, o melanoma é o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase (espalhar-se).
Fontes Pesquisadas: www.boasaude.uol.com.br
www.dermatologia.net



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